Perdendo aquilo que achei que não tinha
Agora já estou pronto para guerra
Pronto para o fim
Bem vindo ao inferno
Inferno de me amar
O simples inferno da minha presença
E as novas palavras de ordem são
Me provoque
Finalmente vivo
Sobre o precipício
Já realizei o seus sonhos
Já vi o ceu, não é tão diferente do inferno
Minha historia está viva
E eu estou matando
Muitos desejam estar em minha pele
Muitos não desejam sentir o que sinto
Muitos sonhos com o que fiz
E a todos só trago dor e sangue
A cada lagrima um sorriso
Sua morte será lenta
E quando olhar de novo no espelho não vai se reconhecer
Por que perdeu seu nobreza
Então estão mortos na vastidão das mentes
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
sábado, 11 de dezembro de 2010
A caminho do inferno
Tentei parecer friamente feliz por tempo de mais
Agora que fiquem com minhas armas
Eu me lanço a inferno
Prometo não ser mais esse posso de frieza
Serei pútrido como em meu interior
Vivendo apenas pelo doentio, por amor
Por um fim
Vamos ao tudo ou nada
Com todas a minhas fichas na mesa
Me mostre o que tem
E se a vida ficar pior que o inferno
Tudo bem, assim será bem mais fácil o inevitável
---------------
Envelhece é a habilidade de transformar dor em raiva
Transformar depressão em amargura
Me odeie se quiser
Não pedi para compreender
Pode me ajudar a ir para o inferno
Agora que fiquem com minhas armas
Eu me lanço a inferno
Prometo não ser mais esse posso de frieza
Serei pútrido como em meu interior
Vivendo apenas pelo doentio, por amor
Por um fim
Vamos ao tudo ou nada
Com todas a minhas fichas na mesa
Me mostre o que tem
E se a vida ficar pior que o inferno
Tudo bem, assim será bem mais fácil o inevitável
---------------
Envelhece é a habilidade de transformar dor em raiva
Transformar depressão em amargura
Me odeie se quiser
Não pedi para compreender
Pode me ajudar a ir para o inferno
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Raiva
Apenas ludibriando a raiva do meu silencio
Divagando há atitude da minha covardia
E apreciando a minha auto-repulsa
É eu sou um lixo, mas você me da muito mais nojo
Um mundo podre e eu me sinto mal por estar sujo
---------------------------------------------------
Sentindo a distancia de tudo que acredito
Assistindo enterros de dentro de um caixão
Por que lutar
Por que sonhar
O que você quer mudar
Parar
Já não há em que acreditar
Você já pode me modelar
Eu vou comprar, trabalhar, estudar
E é só com isso que vou sonhar
Que o álcool me cale
Amar e matar
Confrontado com possíveis sonhos
A negação virando o um vicio
Contradição que me censura
Eu quero o fim, o limite da dor
A morte ou a vida
Sem medidas paliativas
Malditas drogas que apenas me mantem vivo
Quero a morte ou a vida
Uma dose que me curre ou me mate
Me levante, por que eu vou dizer que quero deitar
Eu vou fugir
E só digo adeus
E você não vai ouvir
Mais um vicio
Divagando há atitude da minha covardia
E apreciando a minha auto-repulsa
É eu sou um lixo, mas você me da muito mais nojo
Um mundo podre e eu me sinto mal por estar sujo
---------------------------------------------------
Sentindo a distancia de tudo que acredito
Assistindo enterros de dentro de um caixão
Por que lutar
Por que sonhar
O que você quer mudar
Parar
Já não há em que acreditar
Você já pode me modelar
Eu vou comprar, trabalhar, estudar
E é só com isso que vou sonhar
Que o álcool me cale
Amar e matar
Confrontado com possíveis sonhos
A negação virando o um vicio
Contradição que me censura
Eu quero o fim, o limite da dor
A morte ou a vida
Sem medidas paliativas
Malditas drogas que apenas me mantem vivo
Quero a morte ou a vida
Uma dose que me curre ou me mate
Me levante, por que eu vou dizer que quero deitar
Eu vou fugir
E só digo adeus
E você não vai ouvir
Mais um vicio
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Caoticlindo
Que o mundo acabe logo
Antes que eu canse
E eu acabe com mundo
Eu quis sonhar e não me permitiram
Eu quis a morte e não me deixaram
Eu quis amar e me humilharam
Eu quero fazer seu nariz sangrar
E você não vai me segurar
Um filho do caos
Eu tive medo
A esperança do caos
Eu chorei, sangrei e vomitei
Um agente do caos
Sequei minha lagrimas e provei do meu sangue e do meu fel
Um inimigo do caos
Aprendi a sorrir e o fogo devora tudo sem me tocar
Eu obsceno e deprimente
Eu assassinei você
Apenas colocando apenas uma arma em sua mão
Não tenho sangue nas mãos
Mas posso sentir o cheiro
A seringa perfura a veia
O sangue leva em pouco segundo ao coração
Com essa pulsação muita gente já morreu
A repulsa do seu corpo leva todo seu interior a sua boca e nariz
Suas entranhas querem respirar e isso vai te sufocar
Ou elas querer te matar
Você sente que vai desmaia, você sonha em desmaia
Mas a noite mal começou
E ainda pode acontecer o pior
Você sobreviver
Repudio, sim eu sei
Antes que eu canse
E eu acabe com mundo
Eu quis sonhar e não me permitiram
Eu quis a morte e não me deixaram
Eu quis amar e me humilharam
Eu quero fazer seu nariz sangrar
E você não vai me segurar
Um filho do caos
Eu tive medo
A esperança do caos
Eu chorei, sangrei e vomitei
Um agente do caos
Sequei minha lagrimas e provei do meu sangue e do meu fel
Um inimigo do caos
Aprendi a sorrir e o fogo devora tudo sem me tocar
Eu obsceno e deprimente
Eu assassinei você
Apenas colocando apenas uma arma em sua mão
Não tenho sangue nas mãos
Mas posso sentir o cheiro
A seringa perfura a veia
O sangue leva em pouco segundo ao coração
Com essa pulsação muita gente já morreu
A repulsa do seu corpo leva todo seu interior a sua boca e nariz
Suas entranhas querem respirar e isso vai te sufocar
Ou elas querer te matar
Você sente que vai desmaia, você sonha em desmaia
Mas a noite mal começou
E ainda pode acontecer o pior
Você sobreviver
Repudio, sim eu sei
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
30mg de morfina
O mais alto estrondo
Eu vejo as bocas vibrando freneticamente, mas não escuto
A mais de 100 metro um corpo vai ao chão
Em um pequeno reflexo meu rosto se vira a direita
Meu corpo clama desespero
Minha mente se desespera em pedidos de calma
O meu ônibus chega eu entro vou me acalmando
Chego em casa, sirvo meu jatar e comento:
-Vi uma pessoa levar um tiro hoje
Alguém diz que passou na tv
O assunto, a historia, o desespero, acabam
Eu vejo as bocas vibrando freneticamente, mas não escuto
A mais de 100 metro um corpo vai ao chão
Em um pequeno reflexo meu rosto se vira a direita
Meu corpo clama desespero
Minha mente se desespera em pedidos de calma
O meu ônibus chega eu entro vou me acalmando
Chego em casa, sirvo meu jatar e comento:
-Vi uma pessoa levar um tiro hoje
Alguém diz que passou na tv
O assunto, a historia, o desespero, acabam
sábado, 30 de outubro de 2010
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Horrendo e Pleno
Horrendo
Deformado, já confundo carrinho com dor
Deformado, já confundo carrinho com dor
O corpo se desmanchando em sangue
Das minhas entranha que vem o cheiro do podre
Assustando? Apavorado por ainda respirar
Minha voz ainda posso ouvir, na minha cabeça
É assim que vão me matar, no silencio
Matar ou morrer, e eu nem sei se quero sobreviver
Mas se sobreviver quero comer, pode ser você
“Talvez um soldado sozinho na guerra, um mendigo da esquina ou você quanto todos ou você enlouquecer”
Pleno
O choque, grito, dor
Magnífico!
Eu preciso de mais
Eu preciso sentir
O calor, carne, cansaço
E os risos
Meu corpo transpira
Meu fôlego se foi
Sede e fome
Desespero
Um pensamento a cada milissegundo
O tempo não me alcança
Eu sinto
Eu vejo
Eu escuto
E tudo explode em vazio
O ouvido zumbi
A visão escurece
Sinto
Sou apenas eu em mim
Viver a vida não é estar vivo
domingo, 3 de outubro de 2010
Lágrima
Não confie em mimEu sei as regras
Então vamos dança?
Não me toque
Não escute
Me sentenciei
E é justo
A dor
Alma, sangue e a lágrima
Tudo espalhado pelo chão
Brincando com demônios
Tão divertido quanto cruel
Eu estou sego, encarcerado
Um simples aroma de vida
Perplexo, puro e severo
Meus cabelos já estão entranhados em seus dedos
Mergulhe por um bom tempo
Em guerra abdico as armas
Morrerei, por que sonhar é incomum
Viva ao agora, pobres seres putrefactos
Aos vivo a sangue
Aos mortos, almas
A nós, medo
"Tudo me diz tanto que nem sei o que quer dizer"
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Esboço
O calor, frio, sede, fome, o cansaço e o tédio. É assim que se conta o tempo?
Já faz alguns anos, talvez mais, não importa o que seja.
Será que já sou um velho, morto em corpo vivendo memória, assim tão novo.
Uma vez eu disse, que abandonar o meu medo era o mesmo que morrer em mim mesmo.
Muitas vezes eu disse merdas e muitas vezes eu morri.
Preciso morrer de novo.
Quem sabe viver de verdade ou na mentira.
Agora eu não lembro e talvez nem tenha acontecido.
Continua...
Já faz alguns anos, talvez mais, não importa o que seja.
Será que já sou um velho, morto em corpo vivendo memória, assim tão novo.
Uma vez eu disse, que abandonar o meu medo era o mesmo que morrer em mim mesmo.
Muitas vezes eu disse merdas e muitas vezes eu morri.
Preciso morrer de novo.
Quem sabe viver de verdade ou na mentira.
Agora eu não lembro e talvez nem tenha acontecido.
Continua...
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Cansado vagabundo?
Deitado olhando para um bocal de luz que faz um pequeno ruído, o sol seco o suor do meu braço direito, mas o resto do meu corpo está encharcado, a cama parece infinita, aquela dor no peito com sensação do sangue se chocando em cada articulação é continua, meu olho lacrimeja e eu estou triste, mas não estou chorando.
Não agüento mais dormi, mas a única coisa que pode me fazer levantar e a vontade de fumar que sinto, os outros motivos não suportaram minha determinação, olho para a janela e penso que pode ser domingo, provavelmente não é, mas não faz diferença. Acho que tive um sonho em que transava, de qualquer maneira sei que me decepcionei ao acorda.
Escuto vozes na sala e a TV ligada, só sei que é um dia da semana por volta das cinco horas, sinto a fraqueza típica que me faz comer, viro paro o lado e tento dormi, acho que se passaram umas três horas de virando e revirando, ou talvez apenas uns 2 minutos. Resolvo levantar acendo um cigarro e começo a conversa com os estranhos que se encontram na minha varanda com aquele sorriso amarelo estampado na cara. É como a morte, pouco a pouco já não sei de nada, o medo da culpa me faz sorrir e ser agradável assim vou até que venha o sono de novo.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Um velho rascunho (26/07/07)
Sonhos e mais sonhos
Como navalhas cortando a realidade
Laminas que fazem sangra a sanidade
Cedidas a vocês pequenos anjos
O desejo inconcebível da chama que arde em meu peito
O renascimento das cinzas através do seu doce e delicado toque
Jogado no lixo que você me deixou
Milhares de vozes repetem sem para
Não sonhe você não pode
Pouco a pouco eu vou acreditando
E me matando me rendendo
Que a morte me leve
Eu não tenho futuro
Minha historia não pode ser chamada de passado
Estou perdido nessa sociedade
Eu sou o lixo que todos reclamam
Abraçado a minha própria carne fria
Perdido deitado de olhos abertos
Tentando não pensar
Tentando esquecer quem sou
Maldições feita de sorrisos
Lagrimas feita pela razão
Um verme querendo ser um homem
Confuso perdido derrotado
Como navalhas cortando a realidade
Laminas que fazem sangra a sanidade
Cedidas a vocês pequenos anjos
O desejo inconcebível da chama que arde em meu peito
O renascimento das cinzas através do seu doce e delicado toque
Jogado no lixo que você me deixou
Milhares de vozes repetem sem para
Não sonhe você não pode
Pouco a pouco eu vou acreditando
E me matando me rendendo
Que a morte me leve
Eu não tenho futuro
Minha historia não pode ser chamada de passado
Estou perdido nessa sociedade
Eu sou o lixo que todos reclamam
Abraçado a minha própria carne fria
Perdido deitado de olhos abertos
Tentando não pensar
Tentando esquecer quem sou
Maldições feita de sorrisos
Lagrimas feita pela razão
Um verme querendo ser um homem
Confuso perdido derrotado
sábado, 10 de julho de 2010
Paz, Novo de novo, Dor
Paz
Na velocidade da luz meus pensamentos trincam a realidade
Eu tirei meus pés do chão e já estou tão longe
Daqui de cima é tudo tão calmo, bonito e frio
Eu estico a mão, mas não ti alcanço
Sinto o frio, vejo as luzes e o vento me faz companhia
Eu podia fechar os olhos e acorda, mas eu ia esperar
Eu espero a tanto tempo que provavelmente ficarei surpreso
Grito o seu nome e você não escuta
E tão fácil sorrir sem medo de cair
Eu peço e o vento me leva
Queria dizer adeus, mas não quero acorda
Novo de novo
Andando de um lado ao outro
A expressão da raiva sai de meu estéreo
Eu minto a demonstração de animo
Mesmo só
Da cozinha até a varanda
16 passos largos, as vezes 13
O cigarro na cozinha
Acendo na varanda
A musica acaba
Eu estava cantando?
Talvez não seja raiva
Talvez loucura
Engraçada essa dor que sempre me finta
Mais uma musica
Uma crise de risos
Segundos de silencio e a musica começa
Vamos participar
Dor
Junto aos vermes
E mesmo lá
Uma bela flor
A beleza é insana
E eu que sou louco sem ser belo
Deixe-me em paz ou me abrase
Suas verdades tão exatas
E tão impróprias
Sinta não reflita
Um dia foi tão confortante
A noite era tão bela
Os medos eram outros
Eu lhe trago o silencio
E lhe espero dor
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Fria e sinuosa
A vida em mim.
Águas calmas, um sopro de ar gelado
já não sou mais eu,
talvez agora faça parte da nossa fantasia
de nosso silencio.
No alto da torre,
vejo o quanto estou distante agora
da vida, dos riscos.
Seu sorriso me leva a lugares em que nunca permanecerei.
De tudo que nos cerca, nada nunca chegara nem perto de quão perfeitos somos,
onde houver solidão tristeza e dor em mim,
você preenchera,
me invadindo com sua ternura
me resgatando do mundo que se distancia de mim
a cada passo em sua direção.
-----------------------------------------------------------------oh! querido não me decepcione!
não novamente, pra quem você mente mesmo? eu não me lembro mais.
ar, solidão ...
são as minhas tristeza
não me decepcione !
não pense em fazer parte disto tudo ,
fique com as velhas magoas ,as engula
você não esta em condições de pedir, então nem pense em implorar
viva a vida que conhece,
pois continuarei voando
mesmo machucada ,mesmo arrasada pela solitude
plena e inebriante.
------------------------------------------------------------
o amargo da vida. Ela sempre acreditou no valor que se da algo
acreditou na sorte na vida na morte.
''Quer uma chance de tentar viver sem dor...''
não a entendera, pois não é feito disso.
Ela é uma mariposa
que se transforma e morre.
Ela não quer ser feliz, não quer sonhar
não pode lidar com a vida que jamais estará sobre seu controle
Isso a consome. Seria um adeus, se não tivesse partido a muito tempo
um único dia de vida e o seguinte, o primeiro de toda eternidade em que ela acredita existir.
Como todo ser humano que não sabe voar... você a manteve em seu punho.
você viu muitas pieridaes, encantadoras como são
com sua magia e sua simplicidade doce, que o acolhe em dias severos.
Ela, porem foi a única riodinidae de que se aproximou.
Todos temos escolhas por mais severa que sejam as opções
Vitoria Guerra
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Um Merda
Mas merda e liberdade é algo de grande conectividade, por que liberdade, se a licença poética me permite, é praticamente não ter o que fazer, e não ter o que fazer é uma verdadeira merda, exercer a liberdade entre outras coisas é falar merda é fazer merda, e os dois eu faço muito bem.
Mesmo assim eu acredito na liberdade, por que não ter o que fazer é uma merda mas todo mundo deseja, mas não é uma merda tão grande quando todo mundo cuida da merda que fez.
Sempre tive uma considerável liberdade, e fiz muita merda com ela, mas mesmo assim, acho que a insignificante partícula de genialidade que eu tenho é devido a merda.
Provavelmente minha concepção foi merda, para ser concebido num basta existir, tem que pensar pra realmente existir, ou, existir pela concepção de alguém, na idealização de alguma pessoa, e muito provavelmente devem ter olhado o exame positivo de minha existência intra-uterina e pensaram deu merda, fiz merda, ou alguma merda do tipo. Então muito provavelmente, eu posso afirma que antes de tudo eu sou um merda.
No fim entre uma grande obra mal compreendida e um monte de merda é apenas ponto de vista.
Mesmo assim eu acredito na liberdade, por que não ter o que fazer é uma merda mas todo mundo deseja, mas não é uma merda tão grande quando todo mundo cuida da merda que fez.
Sempre tive uma considerável liberdade, e fiz muita merda com ela, mas mesmo assim, acho que a insignificante partícula de genialidade que eu tenho é devido a merda.
Provavelmente minha concepção foi merda, para ser concebido num basta existir, tem que pensar pra realmente existir, ou, existir pela concepção de alguém, na idealização de alguma pessoa, e muito provavelmente devem ter olhado o exame positivo de minha existência intra-uterina e pensaram deu merda, fiz merda, ou alguma merda do tipo. Então muito provavelmente, eu posso afirma que antes de tudo eu sou um merda.
No fim entre uma grande obra mal compreendida e um monte de merda é apenas ponto de vista.
sábado, 8 de maio de 2010
De frases a poemas
As frases
Viver
Parece assim tão fácil
Com você - Você não vai entender
Me ensina a escrever sobre amor?
Mas sem dor - Vazio
Abraços de olhos bem fechados
De olhos aberto os braços encostam ao meu peito - Simples noite fria
Vazio
Sem sua companhia
Sinto a solidão
Preciso chorar
Preciso dormir
Não sei o que fazer
Por que um dia imaginei em saber?
Me ensina a escrever sobre amor?
Mas sem dor
Simples noite fria
O céu vermelho
A noite fria
O vibrar do corpo
Um pedido pelo calor
Eu preciso sentir a dor?
Abraços de olhos bem fechados
De olhos aberto os braços encostam ao meu peito
Vento frio machuca o rosto molhado
Eu não agüento mais isso
Seria fácil se fosse apenas dizer
Você não vai entender
Sofrer é engraçado
Engraçado enquanto eu tenho um sorriso
Sorriso de que segura tudo aqui
Engraçado
Perder a voz na hora de gritar
Ter medo de sonhos
Gostar de pesadelos
Viver em ausência
Viva a abstinência da vida
È hilário
Dizer tudo bem
Sorrir
Dizer que não sinto
Que não amo
Tanto faz, hilário
terça-feira, 6 de abril de 2010
Noite viva
Já não quero mais gritar
Já nem sei se quero falar
Talvez, modestamente, escrever
Por que as pedras nas mãos
Os punhos cerrados
Por que gritos e gemidos
É o choque
A oscilação
O desconforto
A anciã
O vomito
A dor
O som
Então o silencio
Silencio que precede a surpresa
Silencio da vitória não anunciada
Ou da derrota
Silencio é o pleno
O controle
A essência
Mas a mente explode em sangue
Pelo nariz
A fumaça encobre as vozes e os risos
Em tosses
O silencio da paranóia
Visita
O descontrole da gargalhada
Domina
Está rindo de que
Sei lá
Veja-me mais um copo
Já nem sei se quero falar
Talvez, modestamente, escrever
Por que as pedras nas mãos
Os punhos cerrados
Por que gritos e gemidos
É o choque
A oscilação
O desconforto
A anciã
O vomito
A dor
O som
Então o silencio
Silencio que precede a surpresa
Silencio da vitória não anunciada
Ou da derrota
Silencio é o pleno
O controle
A essência
Mas a mente explode em sangue
Pelo nariz
A fumaça encobre as vozes e os risos
Em tosses
O silencio da paranóia
Visita
O descontrole da gargalhada
Domina
Está rindo de que
Sei lá
Veja-me mais um copo
Mais uma vez sempre
Tudo morto
Está frio
Distante do controle
Distante da verdade
Silencio
Acho que já não sei mais viver
Se é que se aprende
Se é que um dia eu soube
Mas vamos rastejando até o fim
Derrotas, sempre simplórias
Estou protegido pelo medo
Estou me acostumando com o nada
Agora livre, a dor da liberdade
Tudo bem, como sempre
O fim virá, cedo ou tarde
Só resta esperar
Sobreviver, apenas por sobreviver
Já que não posso por você
Daniel Abreu
06/04/2010
Suplica pela calma
Eu sei
Tudo bem
O que eu posso fazer
Esquecer
Eu sonhei
Sonho bobo
Eu senti
Eu menti
Isso dói
Mas tudo bem
Fique bem
Só quero estar bem
Eu tentei
Eu desisto
Cruel, silencio
Todo fim é assim
Mesmo sem começo
Daniel Abreu
06/04/2010
Está frio
Distante do controle
Distante da verdade
Silencio
Acho que já não sei mais viver
Se é que se aprende
Se é que um dia eu soube
Mas vamos rastejando até o fim
Derrotas, sempre simplórias
Estou protegido pelo medo
Estou me acostumando com o nada
Agora livre, a dor da liberdade
Tudo bem, como sempre
O fim virá, cedo ou tarde
Só resta esperar
Sobreviver, apenas por sobreviver
Já que não posso por você
Daniel Abreu
06/04/2010
Suplica pela calma
Eu sei
Tudo bem
O que eu posso fazer
Esquecer
Eu sonhei
Sonho bobo
Eu senti
Eu menti
Isso dói
Mas tudo bem
Fique bem
Só quero estar bem
Eu tentei
Eu desisto
Cruel, silencio
Todo fim é assim
Mesmo sem começo
Daniel Abreu
06/04/2010
domingo, 4 de abril de 2010
Sonho Suícida
Suicidal Dream | Sonho Suícida |
| I dream about, how it's going to end, | Eu sonho sobre como isso vai terminar |
| Approaching me quickly, | Aproximando-se de mim rapidamente |
| Leaving a life of fear, | Deixando uma vida de medo |
| I only want my mind to be clear, | Eu apenas queria que minha mente ficasse limpa |
| People, making fun of me, | Pessoas rindo de mim |
| For no reason but jealousy, | Por nenhuma razão, mas invejosamente |
| I fantasise about my death, | Eu fantasio sobre minha morte |
| I'll kill myself from holding my breath, | Eu vou me matar prendendo a respiração |
| My suicidal dream, | Meu sonho suicida |
| Voices telling me what to do, | Vozes me dizendo o que fazer |
| My suicidal dream, | Meu sonho suicida |
| I'm sure you will get yours too, | Eu tenho certeza que você também terá o seu |
| Help me, comfort me, | Me ajude, me conforte |
| Stop me from feeling what I'm feeling now, | Me faça parar de sentir o que estou sentindo agora |
| The rope is here, | A corda está aqui |
| Now I'll find a use, | Agora encontrarei uma utilidade |
| I'll kill myself, | Eu vou me matar |
| I'll put my head in a noose, | Vou colocar minha cabeça no laço |
| My suicidal dream, | Meu sonho suicida |
| Voices telling me what to do, | Vozes me dizendo o que fazer |
| My suicidal dream, | Meu sonho suicida |
| I'm sure you will get yours too, | Eu tenho certeza que você também terá o seu |
| Dreamin' about my death, dream, | Sonhando sobre minha morte, sonho, |
| Suicidal, suicidal, suicidal dream, | Suicida, suicida, sonho suicida |
| I'm suicidal, | Eu sou suicida |
| Suicidal dream, | Sonho suicida |
sábado, 3 de abril de 2010
Rotina
A dor causa pelo sorriso ingênuo
Silencio em estado maravilhado
Enganado, ou me enganei
Sonhos que insistem em acontecer
Eu ainda insisto em acorda
Sonhos que eu não quero ter
Por que devo acordar
Quando irá descobri a falta de alternativas
Eu ou você
Será que eu quero vingança ou felicidade
Façamos silencio pela esperança, ilusão
O seu fim, o fim do mundo, o fim de tudo
Seria aceitável, talvez agradável
Ou apenas um começo
sexta-feira, 12 de março de 2010
Um sonho bom, um dia ruim

Uma vida tão simplória
Sem preocupações reais
Um sentimento do banal
Desinteressante
Mas às vezes eu sonho
E às vezes eu lembro
E raramente é bom
Mas eu acordo
Uma vida sem muitas realizações
Uma vida sem muitas expectativas
Uma vida que está se perdendo
Mas às vezes eu sonho
Um sonho como hoje
Um sonho diferente
Especial
Mas eu acordo
Eu queria mais conquistas
Eu queria mais vontade
Queria que desse certo
Sem preocupações
Sem medo
E às vezes eu sonho
Com um beijo, rápido
Como se fosse simples
Como se fosse sempre
Mas eu acordo
Eu sempre acordo
Sem planos, esperanças.
12/03/2010
Daniel Abreu
quinta-feira, 4 de março de 2010
Ultima Suplica
Que seja o fim
Me, rendo ao desejo
Agora quero verdades
Preciso do seu tempo
Que seja o fim então
Por apenas um beijo
Me, faça entender
se for capaz
--
Não escuta minha lagrimas
Escuto nomeando os tolos
Meu nome sai
E então com um sorrisinho
Foi um erro você diz
Meu ciúme banalizado
Meus sentimentos ignorados
Ela foge dos meus elogios
Elogios ou declarações?
--
Trancafiado em minha mente
Trancafiado em problemas
Trancafiado em vosso nome
Trancafiado eu sinto-me vivo
Mas vou fugir, pelo medo
Pela vergonha e desespero
Eu quero apagar ou recomeçar
Distante
--
Por que levantar
Se hoje não verei seu sorriso
Por que deitar
Ouvindo sua voz clamando por outros
Silencio ecoando devoção
Não fazer nada é pensar em você
--
Um dia acreditei
Que a paciência bastava
O medo me precavia
Mas o inicio e o fim
Serão sempre juntos
E a dor supera o medo
--
Me odeie pela minha ingenuidade
Me odeie pelo meu egoismo
Me odeie por ser dramático
Me odeie por estar apaixonado
Me odeie por favor
Me odeie eu suplico
Se não poder me amar
--
Eu sou tão burro
É tudo tão simples
Só poderá me acalenta a alma
Com a mentira
Seu amor é nulo
E não sei como muda-lo
Ensina-me?
--
Talvez assim eu diga adeus
Por um tempo ou mais ou sempre
Talvez assim você me odeie
Ou descubra que me amou
--
Amor o arauto do egoísmo
A menos uma vez não me renderei a culpa
Um amor de navalhas ou flores
Eu abro o peito
--
O sangue já coagulando estanca a ferida
Sangre um pouco mais
Para que estanque as futuras
--
O fim ou o eterno
O desespero ou aconchego
O silencio matem o desejo
Daniel Abreu
03/03/10
Uma quarta-feira qualquer
Ela deitou no meu ombro
Foi tão rápido e como sempre tão bom
Isso me da medo
Seu rosto perto ao meu
Sou sensato serei serio
Enquanto penso em seus lábios
Ela fala dos problemas familiares
Eu sou um mostro
Tentando agrada a todos
Sempre esquece de mim
De onde maldita esperança você vem
Parece que quer se afastar
E me diz que sou especial
Eu não entendo o porquê
Um sorriso entre o sádico e o sarcamos
De semblante compenetrado que me confunde
Será raiva ou alegria
Daniel Abreu
03/03/10
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
O não querer ferir nem se ferir, feridos estão
Despertar
Vivo a tanto tempo morto
Que as batidas do coração me assustam
-To escutando seu coração
Seria mais fácil
Se eu não sentisse nada
Meu discernimento falha
Assombrado e ludibriado
Pelo incontrolável
Desejo pleno e ingenuo
-Você sabe que só tem eu
Eu queria ser melhor
Eu preferia o ódio
Eu estou perdido
-Se fizer isso de novo, agente nunca mais conversa
Daniel Abreu
25/02/2010
Dormir?
A língua queimada após a sono
A aguá fica com um gosto amargo
Aquela velha dor de estomago
E a única vozes que escutei hoje
Não tinham respostas
Nem perguntas
Já passam das 4 da manha
Enclausurado em minha mente
Suplico pela liberdade de depender
Tenho medo do desejar
Eu lembro daquele dia
E você nem sabe de que dia
Eu preciso fugir
Preciso de uma companha
Ou de uma droga bem forte
Daniel Abreu
25/02/2010
Eu sou inútil
É infame as palavras transcritas, inútil
A sensibilidade atingida, será nula
A constatação de meus sentimentos, se tornam irrelevantes
Pois sou o impuro
Sou o horrendo
Condenável
Sou mesmo pequeno perto de você
Daniel Abreu
25/02/2010
Vivo a tanto tempo morto
Que as batidas do coração me assustam
-To escutando seu coração
Seria mais fácil
Se eu não sentisse nada
Meu discernimento falha
Assombrado e ludibriado
Pelo incontrolável
Desejo pleno e ingenuo
-Você sabe que só tem eu
Eu queria ser melhor
Eu preferia o ódio
Eu estou perdido
-Se fizer isso de novo, agente nunca mais conversa
Daniel Abreu
25/02/2010
Dormir?
A língua queimada após a sono
A aguá fica com um gosto amargo
Aquela velha dor de estomago
E a única vozes que escutei hoje
Não tinham respostas
Nem perguntas
Já passam das 4 da manha
Enclausurado em minha mente
Suplico pela liberdade de depender
Tenho medo do desejar
Eu lembro daquele dia
E você nem sabe de que dia
Eu preciso fugir
Preciso de uma companha
Ou de uma droga bem forte
Daniel Abreu
25/02/2010
Eu sou inútil
É infame as palavras transcritas, inútil
A sensibilidade atingida, será nula
A constatação de meus sentimentos, se tornam irrelevantes
Pois sou o impuro
Sou o horrendo
Condenável
Sou mesmo pequeno perto de você
Daniel Abreu
25/02/2010
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
A vida em mim

Mesmo que o dia seja uma mancha azul no céu
e seu sorriso seja agora um amargo na minha garganta.
Se você for embora, me faça um favor? Me perdoe, por perder a pessoa que compreendia meus erros.
Se você for embora agora,leve o que resta da minha dor.
Sou feita da sua imaginação do seu ego da sua dor.
Entorpecida por suas doces mentiras,que me faz amar a vida que você desperta em mim.
Então meus sonhos se tornam uma decepção,em sua mente uma saída,um adeus.
Deixando que eu compartilhe um pouco do seu brilho, da sua mente.
Então sempre que eu estava sozinha pensava em você,que enche meu coração de vida.
Me perdoe por precisar de você.
ViŦóяiα Gueяяα
11/12/2009
Isto serve também,como a todas as canções em que sinto meu coração vibrar. Uma voz louca, uma batida forte com letra depressiva.
Eu gosto de pensar em coisas tristes,em conspirações doentias.
Penso na aflição que sinto em ver a verdade em seus olhos,
aquela que me diz sem cerimônias,a que você não pode ser inteiramente sincero.
Um começo lento uma voz suave que faça meu coração bater mais lentamente então falo com a sinceridade que há em mim,com o amor que lhe dedico.
Uma voz enlouquecida que grita berrando palavrões,e entendo sua resposta,que quando colocada em palavras se transforma em respostas delicadas.
Tenho vontade de sorrir quando estou triste,sentimento entorpecedor,
que com uma taça de vinho se torna trágico.Um coração que bate umedecido com um certo teor alcoólico do vinho que lhe banha.
Eu sei o que ninguém o dirá nem mesmo você,falamos então
da doce sinfonia do amor,do refrão melado e chato que o faz acreditar na felicidade.
Você consegue ouvir a melodia que tranquiliza seu coração agora ?
Em sua face brilha a confusão,em seu sorriso as palavras que lhe foram roubadas.
Não implore por amor a menos que realmente o queira,não diga coisas que não pode compreender,a conquista dos seus sentimentos transparecem em rizadas falsas.
Em seu coração há areia,por amor aceitamos mentiras na esperança que se tornem verdades irrefutáveis.
ViŦóяiα Gueяяα
17/12/2009
Relacionamentos diferentes,regras parecidas.
Mesmo sendo difícil você juntou algo para dar a garotinha de sorriso malvado,parada na sua frente.
Vendo seus olhos que o encaravam com curiosidade,você disse a ela que tinha medo que sai-se correndo de você.
Deixe-me falar uma coisa sobre essa garotinha,aparentemente má,
mas que possuía um coração que a permitia dar muitas demostrações de afeto.
Você a cansou rapaz,você disse que gostava dela mas não estava presente, nunca,depois decidiu dizer a ela que duraria para sempre,então decidiu por diversas vezes terminar.
Você a cansou com seu sorriso educado com seu jeito de quase nunca responder as suas perguntas.
Uma garota sádica,ela dizia para si mesma tentando se impedir de pensar no amor.
Agora ela já não o sente em seu mundo,a garotinha diante de mais uma decepção se torna forte.
O próximo passo...fugir.
Não esconda o que há em seu olhar,não tente á impedir de ir embora,
ela só terá que encontrar um motivo.
Apenas deixe as palavras tomarem sua mente tendo agora um sentido real.
Você não consegue acompanhar o ritmo da garotinha,não pode compreende-la,ela esta além do amor que você tem a oferecer.
A verdade é que ela não precisa de você,não precisa de palavras,
agora você já não pode brincar com seus sentimentos,não
pode traze-los aonde quer,ela esta indo...ela esta partindo.
Desesperadamente você a vê, mas não existe mais palavras que tragam a esperança.
Ela sente que algo lhe perturba a alma,ela quer ser livre,ela deseja o inalcançável,quer entender a origem do universo e o porquê de tudo ser exatamente como é.
Ela seria capaz de mudar o mundo que você conhece agora apenas com sua vontade.
Dentro dela queima recordações,porque ela não guarda nada que á magoe,
então mesmo que não saiba,não pode esconder nada dela.
ViŦóяiα Gueяяα
17/12/2009
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Promoção Bukowski, Podcast e Café
Divulguem; o Habitual Imoral promove essa campanha em conjunto aos outro colaboradores.
Os colaboradores do blog Notícias Unila (NU) estão criando um novo blog interativo dedicado a cultura e a opinião. Este novo blog contará com muitas novidades:• Textos literários interativos: construa textos literários conjuntamente com os leitores e colaboradores do blog;
• Podcasts: bate-papo, notícias, histórias, entretenimento e temas de interesse da região trinacional;
• Opinião: textos opinativos radicais sem medo de assumir posições libertárias;
• Sugestões culturais/cultura digital: textos, livros, filmes, séries, TV, vídeos, sites, blogs.
• Enquetes: enquetes com temas divertidíssimos e de interesse regional.
Como o Notícias Unila, esse novo blog terá um intuito informativo e objetivará a interação entre os três países dessa região peculiar, e o melhor de tudo: o nome será eleito por você.
Promoção
Você quer concorrer a um livro do Charles Bukowski e de cara participar do primeiro podcast-café do novo blog interativo do NU? É super fácil, veja como:
Envie um e-mail para os colaboradores do NU (falebloginfo@gmail.com) sugerindo um nome para o novo blog, endereço completo para contato e o motivo que o faz considerá-lo ideal. O prazo para o envio de sugestões é 30 de janeiro de 2010. Após essa data, os colaboradores do NU irão indicar as melhores sugestões numa enquete que será promovida na Comunidade Unila do Orkut.
O internauta que sugerir o nome vencedor da enquete irá ganhar um exemplar de um dos livros de Charles Bukowski* e participar (opcional) do primeiro podcast-café do novo blog com o tema "Unila e a Tríplice Fronteira" - juntamente com os colaboradores e demais convidados. A gravação do podcast será no dia 13 de fevereiro.
* Títulos disponíveis para escolha: Factotum, Misto Quente e Notas de um Velho Safado.
Nota: Esta promoção faz parte da programação oficial do V Encontro de Fim de Ano.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Uma noite em 3 países
Aquele brilho em todos os lados, o barulho dos metais das moedas se chocando sem parar, estávamos ali em um país diferente dentro do marco da luxuria e da gana. Um cassino, e o pior é que me sentia bem.Parecia fácil de mais: enfie uma nota de 10 pesos, aperte um botão algumas vezes e acabe com o dinheiro multiplicado, em pouco tempo com cerca de 200 pesos argentinos em moedas de um dentro de potes pretos e verdes, enquanto tomava um bom vinho argentino. Dominado pela música da maquina eu queria mais e mais, um quase acerto era um surto de raiva interno, acertar era êxtase puro contido nas demonstrações, então já não me lembro bem, pedi um drink atrás do outro, me chamaram para ir embora algumas vezes e então me deixaram, eu e o meu mais novo prazer: ganhar.
Então, tudo começou a acontecer rápido de mais, uma garrota que acho que era bonita senta ao meu lado, outra segura a cadeira dela. Isso quando eu estava quase sem dinheiro, eu acho; e então começo a ganhar e não entendia porque, ela tenta me explicar, mas digo que mal entendo português a essas horas da noite imagina espanhol.Pedi bebidas para elas, acho que aceitaram. Fiquei jogando junto com elas revezando as duas maquinas emprestando dinheiro. Jogávamos praticamente juntos, torcendo um para o outro, e quando tinha, pelas minhas contas, mais de mil pesos na carteira (umas dez vezes o valor com que cheguei), fui colocar mais dinheiro na maquina e não achava minha carteira, me desesperei, fui falar com o segurança que passa ali de um lado para o outro, roubaram minha carteira, eu preciso da minha carteira, ela tava bem aqui, ele disse alguma coisa que não entendi, olhei para as caras assustadas das garotas, e pensei isso não vai ficar assim, e então levantei a voz e disse: como assim não pode fazer nada? Você é segurança de quem aqui? Por um acaso não é dos clientes? E ele disse alguma coisa com responsabilidade no meio, a responsabilidade não é sua você quis dizer?
Gritei e a aglomeração já estava formada e então um cara de terno cinza se aproxima e pergunta pro segurança o que aconteceu? Eu tento falar o que aconteceu, mas me atropelo todo nas palavras, acabo falando que o segurança me roubou. Ele aponta para uma porta ao lado do caixa e diz para conversamos com calma enquanto a garçonete me oferece uma bebida e diz para eu me acalmar. Olho na cara das cerca de 20 pessoas que observam e sinto alguém me puxando para traz. Uma das garotas me abraça e diz calma, o que queres eu falo para eles; a outra me abraça do outro lado e fala com os dois seguranças e vão me empurrando para traz enquanto eu digo: diz pra eles que ele tem que achar o meu dinheiro e os meus documentos.A que estava conversando com os seguranças me entrega um copo. Eu viro e elas me carregam para fora. Não costumo oferecer muita resistência a duas garrotas. Elas me levam até um bar onde tentam entender onde eu moro finjo que não entendo, digo depressões desencontradas, então fica decidido que explico no caminho, bebemos mais algumas doses de rum depois tequila, e então vamos.
Na aduana não me deixam passar, e eu agora não entendo realmente nada do que eles falam, começo a chamar o policial de preconceituoso maldito, em um portunhol que mais parecia inglês, então eu o chamei de nazista e ele entendeu. Chamou os guardas que apontando armas para mim me tiraram do carro, me revistaram por mais de vinte minutos e não paravam de me mandar calar a boca. E de repente como sem motivo me liberaram, entrei no carro, deitei e disse que morava perto da ponte da amizade e depois dormi.Acordei com chaqualhões que me deixaram tão enjoado que eu gritei que parassem, então sai correndo em direção à beira da pista, fui pular o que achei que era a mureta quando me agarro nela em choque, enquanto vomito percebo que estamos em cima da ponte da amizade, pulei a grade entre a pista de carros e de pedestres, caio com o peito no para peito, quando o vomito para eu me jogo por cima da grade de novo e deito na pista de carros.Depois, me lembro de estar sendo arrastado para um prédio em ruínas com carros na garagem que fariam inveja a qualquer um.
Ao entrar no apartamento recobrei a consciência após beber quase uma jará de suco e comer um pastelzinho, o mais gostoso que eu já comi. A casa tinha infiltração em todas as paredes, no chão tinha uma possa de água. Uma tv de umas 42 polegadas estava quase no meio daquela sala vazia que fazia companhia a 2 computadores e um notebook todos virados para a sacada. Muito contrastante: uma (das garotas)delas arruma umas cobertas no chão para mim, a outra fuma um cigarro na varanda. Esbarro-me numa mesa onde tem uma sacola com o que a primeira vista parece erva mate, pergunta o que é? Capolho (maconha virgem ou maconha não prensada), ela responde, e me pergunta se quero, digo que sim. Ela vem e coloca a carteira, pulseiras e outros acessórios sobre a mesa e pega um cigarro de capolho ao lado da sacola. Eu vou direto ao pingente da sua carteira: dois símbolos feministas entrelaçado. Ergo e digo olhando pra ela: isso quer dizer que não vou comer ninguém hoje, simulando uma tristeza irônica. Ela me olha e eu me arrependo do que disse. Da uma risadinha e diz em um portunhol, pensei que disputávamos a mesma mulher, vamos para fora, e eu dando uma risadinha meio forçada.E com aquela vista triunfante de Foz ela me passa a cigarrilha acesa dou uns dois tragos e as coisas começam a acontecer rápido de novo.Quando vejo estou no banheiro abraçado ao vaso e a que eu acho não ser a dona da casa segura os meus cabelos. Já está tudo apagado e o dia clareado, a minha “cama” está toda desarrumada, me deito. Ela se despede.Não sei quanto tempo passou e eu queria ir ao banheiro, entro na primeira porta que vejo um quarto que contem só uma cama de casal grande com duas mulheres nuas se beijando de joelhos, tiro a minha roupa no ato, dou um passo a frente e um forte zumbido no ouvido que eu perco a visão.
Cansado e golpeado largo o meu corpo e pego no sono em segundos. No outro dia lá pelas seis da tarde acordo com uns shorts novos, e ninguém no quarto. Vou ao banheiro, no caminho escuto um barulho na cozinha e encontro as minhas roupas. Eu troco e vou a cozinha, só está a dona da casa, peço desculpa, minha cabeça começa a arder. Tudo bem, ela diz, quer que eu te leve agora então? Pergunta. Eu digo vamos, ela me leva de carro sem dizer uma palavra, me deixa a duas quadras de casa, e eu até hoje me pergunto qual era o nome delas.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Uma noite em 3 paises - Link NU
O conto foi orginalmente postado no blog Noticias Unila clique no link abaixo e veja lá
Em breve será postado aqui
domingo, 10 de janeiro de 2010
velho sofa

Essa dorzinha no peito não me deixa levantar a um bom tempo, cortaram a luz faz uns três dias, o cheiro do canto desse sofá seria insuportável se eu não tivesse acostumado, meu suor ainda é transparente como a água mas já não sinto a minha pele abaixo dele, acho que o cheiro é do copo de cerveja cheio de bitucas.
E a calma também cansa, e o barulho do ar condicionado do vizinho é ensurdecedor, já destruí uns 4 livros debruçando no peito, e já li uma 15 vezes tudo que eu alcanço com a mão, minha barba coça.
Quando escuto passos rezo pra campainha não tocar, nunca sei quanto tempo dormi, minhas roupas estão mais do que largas, mas essa dorzinha no peito não me deixa comer.
Foi tudo tão rápido, e me disseram que eu tinha tanto tempo e que tudo ia fica bem, eu não sei, mas não me parece nada bem, eu nunca acreditei, mas podia ser verdade.
Minha escova de dentes só tem o cabo, a pasta de dentes tem gosto de cola, a água do banheiro fede e eu sempre passo mau, e o silencio é tão bom.
Tinham pessoas, palavras bonitas e feias, verdade e mentiras, como normalmente, pelo menos eu acho então eu não lembro, faz tempo pelo menos eu acho, talvez fosse o melhor, mas mesmo assim é ruim, por que não está nada bem.
É talvez realmente acredite que vai ficar tudo bem, depois.
Rascunho ou um monte de lixo

A dor na profunda alma
Delicada anciã do impuro
Um verme obcecado pelo improdutivo
Dissecado por erros não tão errados
Empalhado pela relevância do irrelevante
O som que eu escuto não é o que eu desejo
É pouco, é banal, mas onde estão as palavras
As que acamam, as que machucam, as boas
Eu quero escutar, mas é tudo muito igual
E se eu ao menos soubesse escrever
Você poderia ler
Se quiser independência
Apenas esqueça o que significa
Se me diz que quer a verdade
Já começou com a mentira
E é tudo tão profundo
E é tudo tão banal
É tudo assim mesmo
É tudo assim mesmo
Lutar e lutar
Fugir e fugir
Eu estou cansado
Apenas cansado
Confecionário publico
Pouco a pouco vou esquecendo das metodologias dos conceitos sociais mais simples, coisas como que assunto se fala, como não parecer grosseiro, como ser cauteloso, meus convívios, ou melhor, não convivência, tem como base a intervenção considerável (marcante) e a fuga imediata, não quero ver as consequências de logo prazo, sempre me soa agressiva essas tais consequêcias , a tentativa de compreender deixa toda relação social abalada (ou seja sempre 8 ou 80 melhores amigos ou distantes se não apenas conhecidos depois de um tempo e isso vira um ciclo, também um modo de não dependência e de análise real da interação por ambas as partes), claro sempre tem conceitos sociais que fogem a regra. E hoje em dia é complicado a abertura de novos círculos é praticamente impossível, sendo assim as medidas citadas são praticamente impraticáveis; então as praticas sociais se tornam obrigações na maioria das vezes e não as fugas cautelares prazerosas de qualquer rotina convencional (qualquer psicólogo considera isso um dos problemas mais graves), ou seja, a convivência e a simulação sentimental são itens obrigatórios para uma menor ou seja melhor convivência, e hoje em dia eu pratico o que pode ser denominado de sustentabilidade social (bonito né, mas não, não é reciclagem) o que é, é a convivência agradável imposta, “sempre disponível” mas nunca “interessado” ou melhor você nunca é responsável pelo por criar o fator convivência mas você participa como qualquer um normalmente e aceito o caminho que esse fator traça pois você não tem interesse reais nesse fator (alem de observar e não ser considerado louco) por que essa convivência disponível leva a uma menor convivência final e as obrigações diminuem. Essas praticas são como auto estudo, não foram arquitetadas e depois relatadas apenas efetuadas naturalmente, sem qualquer reflexão anterior, e os reais atos podem fugir altamente do texto e não são tão belos ou ruins quanto como foram citado.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
noite mau dormida - II
Pra você lembrar de mim
Às vezes você me vem a mente
Num lapso turvo de memórias confusas
E me é nocivo
Nocivo, é o desejo enquanto desejo
Desejo esse fruto das lembranças
O desejo de conviver, é saudade viva
Saudade, é tenho saudade de você
Dedicatória
Não compreendo sua expressão corporal
Seu semblante me embaraça
E em minha memória é pouco é vago
Mas sua voz
Que nem é esplendorosa
Que retêm suas opiniões
Nem sempre compreensivas
Porem sempre me acalmaram a alma
Certo
Verdade é o resultado precipitado de uma confusão
O fato é a visão indelicada de um delicado ocorrido
E a mentira é o fato da verdade
Delicado e confuso é o certo
Dedicado
Dedicado ao futuro
Ao acaso
A um sentimento
Facilmente simulado
E ao desejo do simulado virar fato
Dedicado a dor da anciã por algo
Do sonho que causa o sofrimento
De um viver motivado
Dedicado ao fim da especulação, política, financeira, social, cientifica e profética
Ao fim dos pés no chão, do marasmo da verdade consumada ou da lógica
Ao fim das rotinas, das pessoas de mentes estéreis ou alienadas em questões mecânicas
Por sentir qualquer coisa que se sinta
Pela intensidade do sentir
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