
A dor na profunda alma
Delicada anciã do impuro
Um verme obcecado pelo improdutivo
Dissecado por erros não tão errados
Empalhado pela relevância do irrelevante
O som que eu escuto não é o que eu desejo
É pouco, é banal, mas onde estão as palavras
As que acamam, as que machucam, as boas
Eu quero escutar, mas é tudo muito igual
E se eu ao menos soubesse escrever
Você poderia ler
Se quiser independência
Apenas esqueça o que significa
Se me diz que quer a verdade
Já começou com a mentira
E é tudo tão profundo
E é tudo tão banal
É tudo assim mesmo
É tudo assim mesmo
Lutar e lutar
Fugir e fugir
Eu estou cansado
Apenas cansado
Confecionário publico
Pouco a pouco vou esquecendo das metodologias dos conceitos sociais mais simples, coisas como que assunto se fala, como não parecer grosseiro, como ser cauteloso, meus convívios, ou melhor, não convivência, tem como base a intervenção considerável (marcante) e a fuga imediata, não quero ver as consequências de logo prazo, sempre me soa agressiva essas tais consequêcias , a tentativa de compreender deixa toda relação social abalada (ou seja sempre 8 ou 80 melhores amigos ou distantes se não apenas conhecidos depois de um tempo e isso vira um ciclo, também um modo de não dependência e de análise real da interação por ambas as partes), claro sempre tem conceitos sociais que fogem a regra. E hoje em dia é complicado a abertura de novos círculos é praticamente impossível, sendo assim as medidas citadas são praticamente impraticáveis; então as praticas sociais se tornam obrigações na maioria das vezes e não as fugas cautelares prazerosas de qualquer rotina convencional (qualquer psicólogo considera isso um dos problemas mais graves), ou seja, a convivência e a simulação sentimental são itens obrigatórios para uma menor ou seja melhor convivência, e hoje em dia eu pratico o que pode ser denominado de sustentabilidade social (bonito né, mas não, não é reciclagem) o que é, é a convivência agradável imposta, “sempre disponível” mas nunca “interessado” ou melhor você nunca é responsável pelo por criar o fator convivência mas você participa como qualquer um normalmente e aceito o caminho que esse fator traça pois você não tem interesse reais nesse fator (alem de observar e não ser considerado louco) por que essa convivência disponível leva a uma menor convivência final e as obrigações diminuem. Essas praticas são como auto estudo, não foram arquitetadas e depois relatadas apenas efetuadas naturalmente, sem qualquer reflexão anterior, e os reais atos podem fugir altamente do texto e não são tão belos ou ruins quanto como foram citado.
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