sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Noite mau dormida
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Envelhecendo
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Frases perdidas na madrugada
terça-feira, 19 de maio de 2009
Pleno
Tudo novo nesse velho mundo meu
De braços abertos ao devir
A loucura já não me atormenta
Me acalma
O silencio resguarda o caos
Me sinto vivo, mas não sou eu
Viva ao cigarro, a cerveja, aos abraços e lágrimas
Gritando palavras sem nexos no silêncio da noite
Expantado demônios
Anestesia e sorrisos
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Papel queimado
(incompleto)
De toda minha dor
compreenda
Minhas cicatrizes são fundas
Eu ainda sinto a dor
adormecida
Me rasgando por dentro
Libertando-me pouco a pouco
Mas ainda tenho medo dos meus sonhos
Daniel Abreu
04/05/09
Orion
Estrelas na noite fria
Palavras, sorrisos
Gargalhadas quase silenciosas
A noite clama
E temos apenas lembraças
Daniel Abreu
05/05/09
Suplica
Sufocado em incertesas
A delirante beleza da confusão
Em pura ancia de sonhar acordado
De mãos e braços abertos, rumo a você
Do odio surgem lagrimas
Imcomprenção, medo
Minha alma eu plocamo ao seu nome
Coerencia extinguida em desejo
Minha ética constitui em te amar
Me submeto, mas tenha piedade da minha psique, eu suplico
Daniel Abreu
05/05/09
Cemiterio de rosas
O passo calteloso
O estralar da petalas secas
O avermelhado da borda umida
As lagrimas ferem o rosto
Na noite fria
Rosas rasgam a carne
Mesmo mortas
O sangue vermelho vivo quente
escore
A beleza morta ainda bela
O marom opaco coberto pelo vermelho vivo
Um pequeno calice quebradiço
intocavel
- Rosas novas nacerão
Daniel Abreu
06/05/09
Ex-crupulo
Um passado traido
Uma vida de erros
- Não me deram alternativas
Me encinaram a errar
Eu aprendi a aprender
Me mostram o caminho
- Agora estou melhor sosinho
Palavras bonitas
Mentiras deslavadas
- Futuro, amor, companheirosmo, comprenção
Mas de tudo que passou
Eu me lembro daquele dia
Eu me lembro de você
Daniel Abreu
05/05/09 – 07/05/09
Singelo
Indiguino de plocar em seu nome
Do amago da alma, palavra indiguinas =, que humildimente lhe devoto
Forma ingrata que medilcrimente compartilha sua presença
Mesmo assim
Sacrifico a vida, suplico sua presença e plocamo em seu nome
Como um devoto fiel
Indiguino eu sei, indiguino em sua devoção
Mas minha alma clama
Meu espirito sucumbe
Minha mente delira
Em devoção
- me permita minha ama
Daniel Abreu
08/05/09
segunda-feira, 23 de março de 2009
terça-feira, 17 de março de 2009
De fato, um fracasso
“Que esperais, esperança? Desespero” - CamõesNem mais uma dose
Da minha própria arte
Me acalma a alma
Minha mente arde
Minha agonia é o silencio
Os entorpecentes acabaram
Eu tenho um CPF
E uma ordem de amanhecer
Eu tenho que comer
Lutando pela paz
Eu vou à guerra
E a única paz que vejo
É o silencio da minha voz
Sim, eu não dormi bem
Não dormi bem, por que tive que acorda
Acorda e ver a verdade que eu vejo
Mas queria eu acreditar na verdade do meu jeito (plagio Renato Russo)
Um poeta frustrado (quem me dera, apenas frustrado)
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Aparente

domingo, 25 de janeiro de 2009
Abstinência
Todos os movimentos contidos, e um esforço muito maior que os movimentos feitos
Todas as vontades incoerentes, movimentos inapropriados, movimentos desnecessários
- Por favor, um trago, eu lhe imploro; melhor dois, cigarros.
Palavras engolidos, eu estou enjoado
O correto é indiscreto
O pregado é descriminado
A verdade é; não sei
Seremos sensatos
Seremos severos
Já nem sei o que esta escrito, já nem sei quem leu, já nem sei por que escrevo, acho que tento manter a integridade física dos utensílios eletroeletrônicos que coloco as mão, assim grito e Xingu, no mais completo silencio, assim vou me importando mas banalizando para ver se me engano, eu não sei o que é mais é horrível.
- Por favor, tem cigarros sem ofensas pessoais e olhares discriminatórios, sem conselhos de saúde e ameaças de vida.
E você ainda se pergunta por que? E você ainda tenta descobri se está certo? Ou onde você errou? Mas meu querido você não vai descobrir nada, sabe por quê? Porque você está só, sozinho, “hauahuahauhuha”
Esse lugar não me pertence
Mas eu tenho medo
Eu não pertenço a esse lugar
Mas eu tenho medo
Quando eu fecho os olhos eu as pálpebras quentes e vejo os vários sorrisos que se passaram, malditos “sonhos suicidas”, “- eu estou bem não se preocupe.” X 15 ao dia
Meu silencio que me perco, e só resta lembrança, me sinto perto da morte, e nem sei se tudo foi um sonho ou aconteceu, mas ainda sinto muitas vergonhas e muitos orgulhos.
Foda-se que é mentira, mas eu acredito nela, por que eu quero.
- Xiiiiiiii, silencio, ele está dormindo.
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
ESPERANÇAS DE DESESPEROS
Amante do passado
Apenas mais um
Da ironia e da ingratidão
Um sorriso amarelado
Esperanças de desesperos
Uma lágrima levada aos dedos
O puro agora sujo das mãos encardidas
De uma morte cefálica
Seria belo, seria novo
As vezes tudo parece tão óbvio
As vezes tudo fica tão sem graça
Que só restam gargalhadas
Cortes lentos
É o desejo e o medo da insanidade que lateja cada vez mais forte