(incompleto)
De toda minha dor
compreenda
Minhas cicatrizes são fundas
Eu ainda sinto a dor
adormecida
Me rasgando por dentro
Libertando-me pouco a pouco
Mas ainda tenho medo dos meus sonhos
Daniel Abreu
04/05/09
Orion
Estrelas na noite fria
Palavras, sorrisos
Gargalhadas quase silenciosas
A noite clama
E temos apenas lembraças
Daniel Abreu
05/05/09
Suplica
Sufocado em incertesas
A delirante beleza da confusão
Em pura ancia de sonhar acordado
De mãos e braços abertos, rumo a você
Do odio surgem lagrimas
Imcomprenção, medo
Minha alma eu plocamo ao seu nome
Coerencia extinguida em desejo
Minha ética constitui em te amar
Me submeto, mas tenha piedade da minha psique, eu suplico
Daniel Abreu
05/05/09
Cemiterio de rosas
O passo calteloso
O estralar da petalas secas
O avermelhado da borda umida
As lagrimas ferem o rosto
Na noite fria
Rosas rasgam a carne
Mesmo mortas
O sangue vermelho vivo quente
escore
A beleza morta ainda bela
O marom opaco coberto pelo vermelho vivo
Um pequeno calice quebradiço
intocavel
- Rosas novas nacerão
Daniel Abreu
06/05/09
Ex-crupulo
Um passado traido
Uma vida de erros
- Não me deram alternativas
Me encinaram a errar
Eu aprendi a aprender
Me mostram o caminho
- Agora estou melhor sosinho
Palavras bonitas
Mentiras deslavadas
- Futuro, amor, companheirosmo, comprenção
Mas de tudo que passou
Eu me lembro daquele dia
Eu me lembro de você
Daniel Abreu
05/05/09 – 07/05/09
Singelo
Indiguino de plocar em seu nome
Do amago da alma, palavra indiguinas =, que humildimente lhe devoto
Forma ingrata que medilcrimente compartilha sua presença
Mesmo assim
Sacrifico a vida, suplico sua presença e plocamo em seu nome
Como um devoto fiel
Indiguino eu sei, indiguino em sua devoção
Mas minha alma clama
Meu espirito sucumbe
Minha mente delira
Em devoção
- me permita minha ama
Daniel Abreu
08/05/09
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