segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Um velho rascunho (26/07/07)

Sonhos e mais sonhos
Como navalhas cortando a realidade
Laminas que fazem sangra a sanidade
Cedidas a vocês pequenos anjos

O desejo inconcebível da chama que arde em meu peito
O renascimento das cinzas através do seu doce e delicado toque

Jogado no lixo que você me deixou
Milhares de vozes repetem sem para
Não sonhe você não pode
Pouco a pouco eu vou acreditando

E me matando me rendendo
Que a morte me leve

Eu não tenho futuro
Minha historia não pode ser chamada de passado
Estou perdido nessa sociedade
Eu sou o lixo que todos reclamam

Abraçado a minha própria carne fria
Perdido deitado de olhos abertos
Tentando não pensar
Tentando esquecer quem sou
Maldições feita de sorrisos
Lagrimas feita pela razão
Um verme querendo ser um homem
Confuso perdido derrotado

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