terça-feira, 6 de janeiro de 2009

ESPERANÇAS DE DESESPEROS

Apaixonado pela distancia
Amante do passado
Apenas mais um

Da ironia e da ingratidão
Um sorriso amarelado
Esperanças de desesperos

Uma lágrima levada aos dedos
O puro agora sujo das mãos encardidas
De uma morte cefálica
Seria belo, seria novo

As vezes tudo parece tão óbvio
As vezes tudo fica tão sem graça
Que só restam gargalhadas
Cortes lentos

É o desejo e o medo da insanidade que lateja cada vez mais forte

Um comentário:

Christy disse...

Tantas pessoas já falam do passado, parece que os seres humanos somos fadados a essas ataaduras ao nosso passado, o passado parece ter um véu de alguma coisa...hehe... ou pelo menos pra mim...
quando tudo fica sem graça realmente uma gargalhada parece que é a nossa melhor resposta...