Imoral em sua confusão, um pequeno detalhe
Aquele sorriso amarelo no rosto
Um passo atrás do outro, um pequeno desequilíbrio
Palavras de ordem proclamando a derrota
Todos soldados da guerra perdida sem a honra da morte
- Esses colchões não são confortáveis.
Durante a corrida, concentração
Pelo dinheiro, por sua presença o silencio pela realidade
Anciã de ansiedade
O som do rasgar de papeis
O cheiro de tinta nanquim
Pontas dos dedos amareladas
Cotovelos sobre a mesa
Fibras de papel se misturam ao vermelho tinto na borra do copo
Um fagulha não provoca um incêndio acidental
Eu sei
Uma semana depois
Dor de cabeça, o amargo na língua
O silencio da incerteza
E a dor de conter os impulsos
2 comentários:
bueno como queria un comment aqui le va...
primeiro não sabia q vc escrevia... muito bom o poema gostei mesmo... é muito angustiante...ou não sei se aguntia talvez conformidade.. também gostei das imagens q vc usou parace dar uma força maior ao o que poema quer dizer...ñ sei... essa é minha humilde opinião...
O poema é forte, escuro, triste e desiludido na cidade mecânica e fria. Mas é bom. Prefereria ver sua mente povoada por imagens felizes, podiam até serem sarcásticas, mas menos solitárias, mais risonhas do ridículo que muitas vezes vivemos....
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